proj 15

HOME OFFICE OHMA

A OHMA abre as portas do seu home office pra mostrar o espaço onde trabalham, vivem, recebem amigos e clientes, espaço esse que acontecem todos os insights e criações, reuniões e processos para tornar os projetos que vocês acompanham realidade.

Localizado no centro de Curitiba, no Paraná, o apartamento que fica em um prédio construído na década de 50 é alugado, dois dos três sócios da OHMA vivem lá, Fábio Marx e Nicholas Oher. Para a reforma do apartamento optaram por colocarem a personalidade dos dois e também da OHMA de forma simples, com móveis e decoração flexível, porem que não tivesse um valor agregado muito alto por não se tratar de um imóvel próprio.

“O espaço de Home Office é um lugar que nos convida a sermos nós mesmos, nos expressar e transformar nossos insights em ideias sólidas”
As escolhas das cores por toda a casa reflete o gosto pessoal e personalidade de seus próprios moradores, o laranja é uma cor forte, porém quando colocado em tom mais fechado, deixa o ambiente mais acolhedor sem tirar sua alegria. O Amarelo traz tendências nacionais e internacionais do uso de dirty-colors, além de trazer suavidade e aquecer ainda mais o espaço. O rosa da cortina representa a fraternidade entre os moradores e todos que fazem parte da história da OHMA. As plantas ficam juntas por acreditarem que são uma família e essa família sempre cresce. Juntos nesse espaço, o verde e o rosa são vitalidade e equilíbrio dos demais elementos.

Cada peça, objeto de decoração ou até mesmo seleção de obras de artes foi feita por própria empatia, mais por sua história do que necessariamente por sua forma, cor ou material. Barbante vira obra de arte, quando colocados na parede de forma despretensiosa e intuitiva, assim como retalho de tecidos
que sobrou de um dos ensaios que o escritório produziu. As plantas são colocadas em sacolas de papel pardo que substitui a função do cachepô. O sofá verde musgo foi encontrado enquanto garimpavam peças para um cliente, pagaram 50 reais no sofá que estava bem velho e inutilizado, reformaram e o transformaram em uma peça que leva muito da personalidade presente no espaço.

Mesmo acontecendo de forma muito fluída, sem a existência de um projeto ou planejamento específico, o espaço mantém seu conceito inicial, levando seus próprios moradores como espírito regente de cada peça ali colocada. As organzas em tons diferentes representa a essência de cada um dos moradores, seres diferentes que mantém a mesma sinergia ao trabalhar juntos. O barbante que é contínuo, sem emenda, representa nosso pensamento que flui sem necessariamente ter um lugar certo pra chegar, porém conseguimos organizá-lo através do traço, de um desenho, um poema, uma música ou até mesmo como nos vestimos.

OHMA.gif